• Vista sobre o Centro Histórico

    Vista sobre o Centro Histórico
    Castelo de Abrantes

  • Igreja da Misericórdia

    Igreja da Misericórdia
    Pormenor de Fachada

  • Entrada do Castelo

    Castelo / Fortaleza
    Entrada

  • Pormenor de Azulejo

    Pormenor de casa Azulejada
    Rua Monteiro de Lima

  • Igreja de São João Baptista

    Igreja de São João Baptista
    Fachada principal

  • Vista sobre o centro histórico

    Centro histórico de Abrantes
    Vista geral

  • Praça Barão da Batalha

    Praça Barão da Batalha
    Vista geral

  • Jardim da República

    Jardim da República
    Vista geral

  • Vista sobre o centro histórico

    Centro histórico de Abrantes
    Vista geral

  • Largo Ramiro Guedes

    Largo Ramiro Guedes
    Vista geral

Centro Histórico
de Abrantes

 

Centro Histórico de Abrantes é um espaço de elevado interesse cultural, comercial e artístico. Possui edifícios notáveis com valor arquitetónico e monumentos classificados. Visitar o centro histórico é partir à descoberta do património construído, percorrer um espaço de lazer e animação, é desfrutar de pequenos recantos e miradouros. Pelas ruas e praças do centro histórico poderá encontrar ainda bem enraizadas lojas de comércio tradicional, das mais diversas áreas. Vale a pena passear pelas ruas do centro histórico e descobrir o Jardim da Republica, o Largo João de Deus, a Praça Actor Taborda e restantes praças e largos.

 

GPS: 39.463234N / 8.197796 WO


PERCURSO I - ABRANTES HISTÓRICA

Per­curso pe­donal que pos­si­bi­lita co­nhecer o Centro His­tó­rico, um pouco da His­tória de Abrantes, assim como o pa­tri­mónio edi­fi­cado, no­me­a­da­mente al­guns mo­nu­mentos clas­si­fi­cados e imó­veis que fazem parte do le­gado his­tó­rico e re­li­gioso da Ci­dade. Muitos serão os pontos de vi­sita e re­cantos a des­co­brir.
Ex­tensão: apro­xi­ma­da­mente 3 km
Grau de di­fi­cul­dade: média / in­cli­nação mo­de­rada


Percurso

- Largo Avelar Ma­chado/edi­fício da As­sem­bleia de Abrantes (Ex­te­rior)
- An­tigo Con­vento de S. Do­mingos (zona dos claus­tros)
- Jardim/Praça da Re­pu­blica
- Igreja da Mi­se­ri­córdia (IIP - Séc. XVI - in­te­rior c/ mar­cação prévia)
- Igreja de S. João Bap­tista (MN - Séc. XII)
- Ou­teiro S. Pedro (Fortim Mi­litar)
- Jardim do cas­telo (Es­tatua D. Fran­cisco de Al­meida)
- Cas­telo/For­ta­leza de Abrantes (IIP - Séc. XII)
- Igreja de Santa Maria do Cas­telo (MN) / Museu D. Lopo de Al­meida (Vi­sita Guiada c/ mar­cação prévia)
- Igreja de S. Vi­cente (MN - in­te­rior c/ mar­cação prévia)
- Tra­vessa do Tem-te-Bem/Rua Maria de Lourdes Pin­tas­silgo
- Praça Rai­mundo So­ares (Casa da Câ­mara e edi­fício Falcão)
- Largo João de Deus
- Largo Dr. Ra­miro Guedes (Painel His­tó­rico Cro­no­ló­gico e Culto da Flor)
- Praça Barão da Ba­talha (zona do an­tigo Mer­cado da Palha para os ani­mais) Apro­veite para sa­bo­rear a fa­mosa, tra­di­ci­onal e con­ven­tual “Palha de Abrantes” e também as ti­ge­ladas, numa das pas­te­la­rias exis­tentes.


Descrição dos pontos a visitar


Largo Avelar Machado
Ponto de tran­sição entre a Rua do Mon­tepio, a Rua Nossa Se­nhora da Con­ceição, a Rua 17 de Agosto de 1808 e a Praça Barão da Ba­talha. Em termos de edi­fí­cios de valor este Largo foi desde sempre la­deado de imó­veis no­tá­veis, como a Casa do Ca­pitão Mor, Edi­fício do Mon­tepio Geral e As­sem­bleia de Abrantes.


Edifício da Assembleia de Abrantes
O edi­fício da As­sem­bleia de Abrantes foi cons­truído pelo Ar­q. Raul Lino em 1922. O edi­fício é pro­pri­e­dade pri­vada, mas con­tinua a re­ceber reu­niões e ou­tros eventos me­di­ante re­servas. De frente en­contra-se um busto de 1929 em honra do Ge­neral Avelar Ma­chado, grande mi­litar na­tural do Rossio ao Sul do Tejo, po­lí­tico e de­pu­tado pos­suidor das mais altas con­de­co­ra­ções na­ci­o­nais. Obra do es­cultor Anjos Tei­xeira im­plan­tado num pe­destal do Ar­qui­teto Raul Lino.


Antigo Convento de S. Domingos – Imóvel de Interesse Publico (Séc. XVI) GPS: 39.460786N / 8.197786W
Atual Biblioteca Municipal António Botto
Cons­truído na zona alta da ci­dade entre 1509/1517. Foi quartel e in­clu­si­va­mente Hos­pital Mi­litar da sua an­tiga cons­trução ar­qui­te­tó­nica resta apenas o claustro tardo-re­nas­cen­tista de dois an­dares. Após obras de re­mo­de­lação, em 1993 passou a al­bergar a Bi­bli­o­teca Mu­ni­cipal An­tónio Botto. O pro­jeto foi da au­toria do Ar­q. Du­arte Castel Branco. De re­alçar no claustro tardo-re­nas­cen­tista al­guns pai­néis de azu­lejos, es­cul­tura de Santos Lopes à en­trada e pin­tura no muro do edi­fício re­pre­sen­ta­tiva da Praça Rai­mundo So­ares para onde foram le­vados al­guns dos eventos re­a­li­zados no an­tigo rossio.


Jardim da República GPS: 39.461213N / 8.197861W

O jardim foi projetado pelo Arq. João An­tónio de Aguiar. De re­alçar o Mo­nu­mento cons­truído em 1940 pelo Arq. Rui Roque Ga­meiro, em ho­me­nagem aos com­ba­tentes da I Guerra Mun­dial.


Igreja da Misericórdia – Imóvel de Interesse Público (Séc. XVI) GPS: 39.461635N / 8.196922W
A Igreja foi man­dada cons­truir no sé­c. XVI, pelo In­fante D. Fer­nando. No in­te­rior do templo podem ser vistas tá­buas re­nas­cen­tistas pin­tadas a óleo, bem como telas do sé­culo XVII do pintor de Abrantes, Ma­nuel Hen­rique. No edi­fício do an­tigo Hos­pital do Sal­vador per­ma­nece um claustro, uma cis­terna, a sala do de­fi­ni­tório e sa­cristia. En­cer­rada ao pú­blico. Pos­si­bi­li­dade de vi­sita guiada, através do con­tacto com o Wel­come Center de Abrantes – Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.   ou T 241 330 100 (Tecla 6/ tecla 4).


Igreja de São João Baptista – Monumento Nacional (Séc. XII) GPS: 39.462232N / 8.196675W
Conta a lenda que foi nesta igreja que El Rei D. João I, ainda Mestre de Avis, veio ouvir missa em 1385, antes de partir para a fa­mosa ba­talha de Al­ju­bar­rota e en­co­mendar a sua vi­tória a S. João Bap­tista. Finda a missa, montou a ca­valo, ser­vindo-lhe de apoio uma pedra, que agora está no cas­telo, e a cor­reia do es­tribo partiu, ca­su­a­li­dade que os seus ho­mens jul­garam ser mau pres­ságio. Ao que ele in­ter­rompeu-os di­zendo que era bom sinal. E de facto assim foi, pois D. João I saiu vi­to­rioso da ba­talha. Ho­rário de culto: do­mingos e dias Santos às 18h00; de se­gunda a sá­bado, às 9h30 (ex­pecto na 1.ª se­gunda-feira de cada mês)

 
Outeiro de S. Pedro GPS: 39.463731N / 8.195157W
Re­duto mi­litar si­tuado nas ime­di­a­ções do Cas­telo é um dos lo­cais apra­zí­veis, de onde é pos­sível des­frutar mag­ní­ficas pai­sa­gens sobre o Tejo e a margem sul. Se­gundo a lenda terá sido aqui que D. Nuno Al­vares Pe­reira per­noitou com as suas tropas antes de partir para a Ba­talha de Al­ju­bar­rota, com D. João I. (2900 ho­mens + 600 ca­valos)


Jardim do Castelo GPS: 39.464443N / 8.195286W
Para além de dar a co­nhecer al­gumas es­pé­cies da flora, per­mite um re­la­xante pas­seio em fa­mília e observar mag­ni­ficas pa­no­râ­micas sobre o Rio Tejo, as fre­gue­sias ri­bei­ri­nhas, o Aquapolis e a es­cul­tura de Char­ters de Al­meida. De re­alçar, na sua en­trada, o Mo­nu­mento de D. Fran­cisco de Al­meida 1º Vice-Rei da Índia, da au­toria do mestre Ba­rata Feyo e eri­gido em 1972 em honra deste abran­tino de li­nhagem se­nho­rial, res­pon­sável por uma das mai­ores con­quistas por­tu­guesas na era dos des­co­bri­mentos.


Castelo/Fortaleza de Abrantes - Imóvel de Interesse Público. (Séc. XII) GPS: 39.464443N / 8.195286W

Terá sido con­quis­tado aos mouros por D. Afonso Hen­ri­ques, no sé­culo XII, aquando da re­con­quista, para de­fesa da linha do Tejo e por si doado em 1173, à Ordem de San­tiago de Es­pada. De re­alçar a no­tável Igreja de Santa Maria do Cas­telo atual Museu D. Lopo de Al­meida, o Pa­lácio dos Al­caides ou Go­ver­na­dores, de­tentor de uma ma­jes­tosa frente em ar­cada vi­rada para a ci­dade, a Torre de Me­nagem, man­dada cons­truir por D. Afonso III e con­cluída no rei­nado de D. Dinis, em 1300, de onde se avista uma rara pa­no­râ­mica de 360º sobre o Rio Tejo, o Ri­ba­tejo, o Alto Alen­tejo e a Beira Baixa e o Ou­teiro de S. Pedro, pe­queno morro trans­for­mado em re­duto mi­litar em 1809.

 

Igreja de Santa Maria do Castelo - Mo­nu­mento Na­ci­onal

Pro­va­vel­mente o pri­meiro templo de Abrantes é também o Pan­teão da Fa­mília Al­meida e al­berga desde 1921 o Museu D. Lopo de Al­meida. Do pri­mi­tivo po­líp­tico ma­nu­e­lino, que forma o re­tá­bulo do altar-mor, resta apenas o painel “Ado­ração dos Magos” do sé­culo XVI. O seu in­te­rior con­serva um nú­cleo de azu­lejos his­pano-árabes de “corda-seca” e um con­junto de pin­turas mu­rais das mais an­tigas que existem em Por­tugal e que datam do sé­culo XV. A con­tem­plação dos ele­mentos ar­qui­te­tó­nicos dos tú­mulos pa­ri­e­tais es­sen­ci­al­mente gó­ticos, ma­nu­e­linos e ma­nei­ristas, faz-se em pa­ra­lelo com as ex­po­si­ções pa­tentes.

 
Igreja de São Vicente – Monumento Nacional (séc. XIII) GPS: 39.464274N/ 8.198022W

A data da cons­trução deste templo é des­co­nhe­cida, sa­bendo-se que já existia em 1224. A fa­chada prin­cipal é ma­nei­rista e en­contra-se ina­ca­bada, fal­tando-lhe uma torre. O in­te­rior segue o mesmo es­tilo sa­li­en­tando o re­ves­ti­mento a azu­lejo pa­drão, azul e ama­relo, do sé­culo XVIII, ainda no in­te­rior é de re­alçar o órgão bar­roco do sé­culo XVII, dois pai­néis de azu­lejos com a nau de S. Vi­cente, al­guns re­tá­bulos seis­cen­tistas. Ho­rário de culto: do­mingos e dias santos, às 11h00; sá­bados às 19h00; de se­gunda a sexta, às 19h15.


Rua Maria de Lourdes Pintassilgo
Nesta rua de acesso pe­donal e tra­çado me­di­eval situa-se a casa onde nasceu Maria de Lurdes Pin­tas­silgo. Nasceu a 18 de Ja­neiro na ci­dade de Abrantes, foi en­ge­nheira quí­mica, di­ri­gente ecle­sial e po­lí­tica. A única mu­lher que de­sem­pe­nhou o cargo de pri­meiro-mi­nistro em Por­tugal, tendo che­fiado o V Go­verno Cons­ti­tu­ci­onal, em fun­ções de Julho de 1979 a Ja­neiro de 1980.


Praça Raimundo Soares
An­tiga Praça do Con­celho co­nheceu a sua atual de­sig­nação em 1893. Con­temple as es­cul­turas em bronze da au­toria de Óscar Gui­ma­rães, in­ti­tu­lada “Fonte das 3 Ma­rias” que sim­bo­liza três se­nhoras que, há mais de 30 anos, ali se di­ri­giam di­a­ri­a­mente à fonte.


Largo João de Deus
De re­alçar, no centro deste largo, um ele­mento es­cul­tó­rico da au­toria do es­cultor La­ran­jeira Santos. An­tiga Rua do Pas­te­leiro ou Largo da Cruz do Pas­te­leiro al­bergou a pri­meira casa que fa­bri­cava para venda a fa­mosa Palha de Abrantes – a Casa Vigia.


Largo Dr. Ramiro Guedes
Zona de ele­vado in­te­resse cul­tural, co­mer­cial e ar­tís­tico, o Centro His­tó­rico de Abrantes apre­senta re­cantos sal­pi­cados de flores e neste largo apre­senta uma fonte e um Painel His­tó­rico Cro­no­ló­gico de Abrantes, ambos da au­toria de Óscar Gui­ma­rães. O painel contém ima­gens em már­more, que pre­tendem sim­bo­lizar as fases mais im­por­tantes da his­tória da Ci­dade de Abrantes:
1 Fun­dação do cas­telo e en­trega do foral;
2 De­sen­vol­vi­mento do nú­cleo ur­bano e do rio Tejo como en­tre­posto co­mer­cial;
3 Pre­sença de Nuno Ál­vares Pe­reira antes de partir para a Ba­talha de Al­ju­bar­rota;
4 A fa­mília Al­meida e sua linha de su­cessão. Al­caide-mor (D. Fer­nando de al­meida), Condes (D. Lopo de Al­meida) e 1º vice-rei da índia (D. Fran­cisco de Al­meida);
5 Entre o sé­culo XVI a XIX a im­por­tância dos con­ventos e for­ti­fi­cação da vila, in­vasão de Junot.
6 Pro­cla­mação da Re­pú­blica, ele­vação a ci­dade;
7 Es­tado Novo e o de­sen­vol­vi­mento de obras pú­blicas (hotel tu­rismo, ci­ne­te­atro, co­légio la-salle);
8 25 de Abril;
9 Abrantes as­sume a sua vo­cação en­quanto centro po­la­ri­zador e di­na­mi­zador ter­ri­to­rial, al­ter­na­tivo aos tra­di­ci­o­nais cen­tros ur­banos de maior di­mensão.

 

Praça Barão da Batalha
Nos fi­nais do séc. XX, esta zona so­freu vá­rias re­mo­de­la­ções tendo em vista o em­be­le­za­mento da ci­dade em es­pe­cial da zona mais an­tiga. Passou a ser um es­paço pe­donal por ex­ce­lência, al­ber­gando um grupo de es­cul­turas de bronze da au­toria de Óscar Gui­ma­rães, que sim­bo­lizam o con­vívio de vá­rias ge­ra­ções neste es­paço de lazer.

 


PERCURSO II - ABRANTES ARTÍSTICA

Para além de dar a co­nhecer es­paços ân­cora, como as Ruas, Largos e Jar­dins do Centro His­tó­rico é um ex­ce­lente per­curso para os amantes das artes.
Ex­tensão: apro­xi­ma­da­mente 3 km
Grau de di­fi­cul­dade: média / in­cli­nação mo­de­rada

Percurso
- Es­cul­tura em Ferro ao Ar Livre, onde se pode en­con­trar vá­rias obras de arte do II Sim­pósio In­ter­na­ci­onal de Es­cul­tura em Ferro de Abrantes. (Parque do Alto de Stº. An­tónio e Ala­meda do Alto de Stº. An­tónio)
- QuARTel – Ga­leria Mu­ni­cipal de Arte
- Ca­pela Sant’ana (Painel de Azu­lejos)
- Praça/Jardim Actor Ta­borda
- Pórtico do Con­vento Nossa Sr.ª da Es­pe­rança (IIP)
- Casa Se­te­cen­tista – ar­qui­te­tura tra­di­ci­onal (nº 54-56)
- Cine-Te­atro de S. Pedro (An­tiga Igreja de S. Pedro)
- Igreja de S. Vi­cente (MN)
- Cas­telo/For­ta­leza de Abrantes (IIP - Séc. XII)
- Igreja de Santa Maria do Cas­telo (MN) / Museu D. Lopo de Al­meida
- Rua S. Pedro (Painel de Azu­lejos)
- Igreja de S. João Bap­tista (MN - Séc. XII)
- Igreja da Mi­se­ri­córdia e Sala do De­fi­ni­tório (IIP - Séc. XVI - in­te­rior c/ mar­cação prévia)
- Jardim da Re­pu­blica (Mo­nu­mento aos Mortos da 1ª Grande Guerra)
- Bi­bli­o­teca Mu­ni­cipal An­tónio Botto (Pro­jeto de Du­arte Cas­telo-Branco e es­cul­tura Santos Lopes)
- Praça Barão da Ba­talha (es­cul­turas de Óscar Gui­ma­rães)
- Largo Dr. Ra­miro Guedes (Painel His­tó­rico Cro­no­ló­gico e Culto da Flor de Óscar Gui­ma­rães)
- Largo João de Deus (Es­cul­turas La­ran­jeira Santos)
- Praça Rai­mundo So­ares (Fontes 3 Ma­rias de Óscar Gui­ma­rães)

Outras referências Artísticas
- Portas Ima­gi­ná­rias de Abrantes de Char­ters d’Al­meida -Aqua­polis Norte.


Esculturas em Ferro ao ar livre GPS: 39.46301N / 8.203424W
Si­tuado no Parque do Alto de Santo An­tónio, neste local en­con­tramos os tra­ba­lhos re­sul­tantes do I e II Sim­pósio de Es­cul­tura em Ferro de Abrantes.

 

Casa Setecentista – arquitetura tradicional (nº 54-56)

Casa de ca­rac­te­rís­ticas po­pu­lares clas­si­fi­cada como Valor Con­ce­lhio / Imóvel de In­te­resse Mu­ni­cipal. A data pro­vável de cons­trução en­quadra-se nos Séc. XVII - XVIII.

 

quARTel - Galeria Municipal de Arte

Por aqui já passaram grandes nomes do panorama artístico nacional e internacional.

Tem uma programação regular com uma exposição de dois em dois meses, onde se procura diversificar entre pintura, escultura, fotografia, cerâmica, arquitetura.


Capela de Sant’Ana – Imóvel de Valor Concelhio GPS: 39.464066N / 8.20057W
A sua exis­tência data de 17 de junho de 1496. A sua fa­chada tem um belo painel de azu­lejos do sé­culo XVIII que re­pre­senta o epi­sódio bí­blico a "Apre­sen­tação de Jesus no Templo".


Seguir pela Rua Actor Taborda
Praça Actor Ta­borda - Após a sua re­qua­li­fi­cação (2006), este passou a ser um es­paço de re­creio e lazer para a po­pu­lação es­pe­ci­al­mente para as cri­anças de­vido ao parque in­fantil que ali foi ins­ta­lado. Des­taque para a ho­me­nagem ali pre­sente ao ator de te­atro abran­tino, Fran­cisco Ta­borda (1824-1909), cujo busto em­be­leza a Praça desde 1912, ano em que se deu a sua inau­gu­ração.

 

Pórtico do Convento de Nª Sr.ª da Esperança - Imóvel de Interesse Público GPS: 39.464298N/8.199803W
Deste Con­vento re­alça-se o Portal re­nas­cen­tista. Este con­vento foi fun­dado ini­ci­al­mente em Al­fer­ra­rede, em 1548 pela Ordem das Irmãs Cla­ritas. No nº 54-56 da Rua Actor Ta­borda chama-se a atenção desta casa ser Se­te­cen­tista. Casa com a ar­qui­te­tura tra­di­ci­onal clas­si­fi­cada como Valor Con­ce­lhio pelas suas ca­rac­te­rís­ticas ar­qui­te­tó­nicas.


Cineteatro de S. Pedro - GPS: 39.463984N / 8.198429W

Im­plan­tado no local onde existiu a Igreja de S. Pedro. A Igreja foi de­mo­lida em 1946 e em Fe­ve­reiro de 1949 foi inau­gu­rado o Ci­ne­te­atro de S. Pedro. O autor do pro­jeto foi o Ar­qui­teto Ruy Jervis d’Athou­guia.

Siga para a Igreja de S. Vi­cente de es­tilo ma­nei­rista.

 

Igreja de São Vicente – Monumento Nacional (séc. XIII)

A data da cons­trução deste templo é des­co­nhe­cida, sa­bendo-se que já existia em 1224. A fa­chada prin­cipal é ma­nei­rista e en­contra-se ina­ca­bada, fal­tando-lhe uma torre. O in­te­rior segue o mesmo es­tilo sa­li­en­tando o re­ves­ti­mento a azu­lejo pa­drão, azul e ama­relo, do sé­culo XVIII, ainda no in­te­rior é de re­alçar o órgão bar­roco do sé­culo XVII, dois pai­néis de azu­lejos com a nau de S. Vi­cente, al­guns re­tá­bulos seis­cen­tistas. Ho­rário de culto: do­mingos e dias santos, às 11h00; sá­bados às 19h00; de se­gunda a sexta, às 19h15.

 

Castelo/Fortaleza de Abrantes - Imóvel de Interesse Público. (Séc. XII)

Terá sido con­quis­tado aos mouros por D. Afonso Hen­ri­ques, no sé­culo XII, aquando da re­con­quista, para de­fesa da linha do Tejo, sendo doado, em 1173, pelo mesmo à Ordem de San­tiago de Es­pada. De re­alçar a no­tável Igreja de Santa Maria do Cas­telo atual Museu D. Lopo de Al­meida, o Pa­lácio dos Al­caides ou Go­ver­na­dores, de­tentor de uma ma­jes­tosa frente em ar­cada vi­rada para a ci­dade, a Torre de Me­nagem, man­dada cons­truir por D. Afonso III e con­cluída no rei­nado de D. Dinis, em 1300, de onde se avista uma rara pa­no­râ­mica de 360º sobre o Rio Tejo, o Ri­ba­tejo, o Alto Alen­tejo e a Beira Baixa e o Ou­teiro de S. Pedro, pe­queno morro trans­for­mado em re­duto mi­litar em 1809.

 
Igreja de Santa Maria do Castelo - Monumento Nacional

Pro­va­vel­mente o pri­meiro templo de Abrantes é também o Pan­teão da fa­mília Al­meida e al­berga desde 1921 o Museu D. Lopo de Almeida. Do pri­mi­tivo po­líp­tico ma­nu­e­lino, que forma o re­tá­bulo do altar-mor, resta apenas o painel “Ado­ração dos Magos” do sé­culo XVI. O seu in­te­rior con­serva na ca­pela-mor, um nú­cleo de azu­lejos his­pano-árabes de “corda-seca” e um con­junto de pin­turas mu­rais das mais an­tigas que existem em Por­tugal e que datam do sé­culo XV. A con­tem­plação dos ele­mentos ar­qui­tetónicos dos tú­mulos pa­ri­e­tais es­sen­ci­al­mente gó­ticos, ma­nu­e­linos e ma­nei­ristas, faz-se em pa­ra­lelo com as ex­po­si­ções pa­tentes.

 

Seguir pela Rua de São Pedro

 

Seguir para a entrada do Jardim do Castelo

Es­cul­tura de D. Fran­cisco de Al­meida, 1º Vice-rei da Índia. De re­alçar, na sua en­trada, o Mo­nu­mento de D. Fran­cisco de Al­meida 1º Vice-Rei da Índia, da au­toria do mestre Ba­rata Feyo e eri­gido em 1972 em honra deste abran­tino de li­nhagem se­nho­rial, res­pon­sável por uma das mai­ores con­quistas por­tu­guesas na era dos des­co­bri­mentos.


Rua S. Pedro
Esta rua é con­si­de­rada a mais an­tiga da ci­dade seria o an­tigo ca­minho que le­vava as po­pu­la­ções até ao rio Tejo. Nesta rua lo­ca­lizou-se no sé­culo XVII a 2ª edi­fi­cação da Igreja de S. Pedro, de­pois de ser trans­fe­rida do Ou­teiro de S. Pedro em­bora tenha sido ex­tinta por falta de fiéis con­forme re­fere o painel de azu­lejos que se en­contra na casa que agora ocupa o lugar da Igreja.

 

Igreja de São João Baptista – Monumento Nacional (Séc. XII)

Conta a lenda que foi nesta igreja que El Rei D. João I, ainda Mestre de Avis, veio ouvir missa em 1385, antes de partir para a fa­mosa ba­talha de Al­ju­bar­rota e en­co­mendar a sua vi­tória a S. João Bap­tista. Finda a missa, montou a ca­valo, ser­vindo-lhe de apoio uma pedra, que agora está no cas­telo, e a cor­reia do es­tribo partiu, ca­su­a­li­dade que os seus ho­mens jul­garam ser mau pres­ságio. Ao que ele in­ter­rompeu-os di­zendo que era bom sinal. E de facto assim foi, pois D. João I saiu vi­to­rioso da ba­talha. Ho­rário de culto: do­mingos e dias Santos às 18h00; de se­gunda a sá­bado, às 9h30 (ex­pecto na 1.ª se­gunda-feira de cada mês).

 

Igreja da Misericórdia e Sala do Definitório (Imóvel de Interesse Público - Séc. XVI)

No in­te­rior do templo podem ser vistas tá­buas re­nas­cen­tistas pin­tadas a óleo, bem como telas do sé­c. XVII do pintor de Abrantes, Ma­nuel Hen­rique. No edi­fício do an­tigo Hos­pital do Sal­vador per­ma­nece um claustro, uma cis­terna, a Sala do De­fi­ni­tório e sa­cristia. Pos­si­bi­li­dade de vi­sita guiada com mar­cação prévia através do Wel­come Center de Abrantes –T 241 330 100 (Tecla 6/ tecla 4)

 

Jardim da República GPS: 39.461213N / 8.197861W

O jardim foi um pro­jeto do Arq. João An­tónio de Aguiar. De re­alçar o Mo­nu­mento cons­truído em 1940 pelo Arq. Rui Roque Ga­meiro, em ho­me­nagem dos com­ba­tentes da I Guerra Mun­dial, no­me­a­da­mente os abran­tinos que pa­de­ceram na Ba­talha de “La Lys” a 9 de Abril de 1918, anu­al­mente ho­me­na­ge­ados no dia dos Com­ba­tentes.


Biblioteca Municipal António Botto GPS: 39.460786N / 8.197786W
Antigo Convento S. Domingos - Imóvel de Interesse Público
De re­alçar no claustro tardo-re­nas­cen­tista al­guns pai­néis de azu­lejos, es­cul­tura de Santos Lopes à en­trada e pin­tura no muro do edi­fício re­pre­sen­ta­tiva da Praça Rai­mundo So­ares para onde foram le­vados al­guns dos eventos re­a­li­zados no an­tigo rossio.


Praça Barão da Batalha
Nos fi­nais do séc. XX, esta zona so­freu vá­rias re­mo­de­la­ções tendo em vista o em­be­le­za­mento da ci­dade em es­pe­cial da zona mais an­tiga. Passou a ser um es­paço pe­donal por ex­ce­lência, al­ber­gando um grupo de es­cul­turas de bronze da au­toria de Óscar Gui­ma­rães, que sim­bo­lizam o con­vívio de vá­rias ge­ra­ções neste es­paço de lazer.


Largo Dr. Ramiro Guedes
Zona de ele­vado in­te­resse cul­tural, co­mer­cial e ar­tís­tico, o Centro His­tó­rico de Abrantes apre­senta re­cantos sal­pi­cados de flores e neste largo apre­senta uma fonte e um Painel His­tó­rico Cro­no­ló­gico de Abrantes, ambos da au­toria de Óscar Gui­ma­rães. O painel contém ima­gens em már­more, que pre­tendem sim­bo­lizar as fases mais im­por­tantes da his­tória da Ci­dade de Abrantes:
1 Fun­dação do cas­telo e en­trega do foral;
2 De­sen­vol­vi­mento do nú­cleo ur­bano e do rio Tejo como en­tre­posto co­mer­cial;
3 Pre­sença de Nuno Ál­vares Pe­reira antes de partir para a Ba­talha de Al­ju­bar­rota;
4 A fa­mília Al­meida e sua linha de su­cessão. Al­caide-mor (D. Fer­nando de al­meida), Condes (D. Lopo de Al­meida) e 1º vice-rei da índia (D. Fran­cisco de Al­meida);
5 Entre o sé­culo XVI a XIX a im­por­tância dos con­ventos e for­ti­fi­cação da vila, in­vasão de Junot.
6 Pro­cla­mação da Re­pú­blica, ele­vação a ci­dade;
7 Es­tado Novo e o de­sen­vol­vi­mento de obras pú­blicas (hotel tu­rismo, ci­ne­te­atro, co­légio la-salle);
8 25 de Abril;
9 Abrantes as­sume a sua vo­cação en­quanto centro po­la­ri­zador e di­na­mi­zador ter­ri­to­rial, al­ter­na­tivo aos tra­di­ci­o­nais cen­tros ur­banos de maior di­mensão.


Largo João de Deus
De re­alçar, no centro deste largo, um ele­mento es­cul­tó­rico da au­toria do es­cultor La­ran­jeira Santos. An­tiga Rua do Pas­te­leiro ou Largo da Cruz do Pas­te­leiro al­bergou a pri­meira casa que fa­bri­cava para venda a fa­mosa Palha de Abrantes – a Casa Vigia.


Praça Raimundo Soares
An­tiga Praça do Con­celho co­nheceu a sua atual de­sig­nação em 1893. De am­bi­ente aco­lhedor ins­pira cul­tura e arte. Con­temple a es­cul­turas em bronze da au­toria de Óscar Gui­ma­rães, in­ti­tu­lada “Fonte das 3 Ma­rias” que sim­bo­liza três se­nhoras que, há mais de 30 anos, ali se di­ri­giam di­a­ri­a­mente à fonte.


Outras referências artísticas que pode visitar

Cidade Imaginária de Charters d’Almeida - Aquapólis Norte
A Ci­dade Ima­gi­nária: Portas e Pas­sa­gens é uma obra do es­cultor Char­ters de Al­meida, que em­be­leza o parque ur­bano ri­bei­rinho da ci­dade na margem sul do rio Tejo.



PERCURSO III - ABRANTES PANORÂMICA

São vá­rios os lo­cais de onde se pode des­frutar de pa­no­râ­micas e pai­sa­gens únicas. É um ex­ce­lente per­curso pe­donal, dentro do centro his­tó­rico, para os amantes da fo­to­grafia.
Ex­tensão: apro­xi­ma­da­mente 3 km
Grau de di­fi­cul­dade: média / in­cli­nação mo­de­rada.

Percurso

– Parque de Es­ta­ci­o­na­mento do an­tigo Con­vento de S. Do­mingos, obtém-se uma vista sobre o troço do Tejo que atra­vessa o con­celho.
– Rua Ma­estro Hen­rique da Silva - Vista sobre a Rua da Barca, uma das mais an­tigas da ci­dade e que ou­trora fazia a li­gação do cas­telo ao rio. Apro­veite para co­nhecer a ar­qui­te­tura abran­tina.
– Ou­teiro de S. Pedro (Cas­telo) - Si­tuado nas ime­di­a­ções do Cas­telo é um dos lo­cais apra­zí­veis, de onde é pos­sível des­frutar mag­ní­ficas pai­sa­gens sobre o Tejo e a margem sul.
– Jardim do Cas­telo – Pa­no­râ­micas e flora cen­te­nária;
– Praça D. Fran­cisco de Al­meida - Junto à en­trada prin­cipal do Cas­telo este “mi­ra­douro” per­mite vis­lum­brar a zona Norte do con­celho, pos­si­bi­li­tando ainda uma visão no­turna im­po­nente. No es­paço en­vol­vente existe um re­lógio solar.

– Cas­telo (en­trada porta prin­cipal) - Pra­ti­ca­mente todo o re­cinto do cas­telo nos brinda com sua po­sição al­ta­neira e a mag­ní­fica pa­no­râ­mica sobre a ci­dade e as vastas pai­sa­gens.

 
– Torre de Me­nagem (Cas­telo) - Deste local obtém-se uma rara pa­no­râ­mica de 360º sobre o Ri­ba­tejo, o Alen­tejo e a Beira. Em dias de céu limpo, o ho­ri­zonte abar­cado chega a ser de 80 km, cons­ti­tuindo um pa­no­rama único.
– Adro da Igreja de S. Vi­cente - Vista sobre o centro his­tó­rico e im­po­nência da ar­ca­daria do Cas­telo. Pai­sagem no­turna es­pe­cial.
– Ala­meda Santo An­tónio. Per­mite al­cançar a linha do ho­ri­zonte e ofe­rece uma imagem ní­tida da mor­fo­logia das fre­gue­sias do sul do Rio Tejo;
– Es­ca­di­nhas da Rua de An­gola – re­canto in­te­res­sante uti­li­zado pela po­pu­lação local;
– Des­cida pela Rua 25 de Abril;
– Es­pla­nada 1º de Maio - Per­mite al­cançar uma pa­no­râ­mica in­ter­média da Ci­dade e zona sul do con­celho, que em dias de ne­vo­eiro sobre o Tejo, ofe­rece uma pai­sagem im­po­nente.
– Ponte da R. Nossa Se­nhora da Con­ceição (junto ao ce­mi­tério)



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