Assomada - Rui Algarvio

 Assomada apresenta um conjunto de trabalhos que indiciam um ponto de vista perspético sobre os dois temas fundamentais à obra de Rui Algarvio — a paisagem e a pintura. A visão panorâmica sobre estes temas, tão intimamente relacionados na sua obra, parte necessariamente da confluência entre a consciência e a inquietação de se ser e de se encontrar inserido num mundo onde, apesar do esbatimento das fronteiras entre o natural e o artefactual (entre campos, matas, lugares e metrópoles), os eventos se perpetuam num estado de desconexão e indiferença perante o sujeito. O acto de assomar-se, na obra de Rui Algarvio, parte assim de uma síntese subjetiva de vários elementos, reconhecíveis segundo o género da paisagem, para repensar a pintura enquanto conceito e meio na contemporaneidade.


Curadoria: Andreia César

 Assomada apresenta um conjunto de trabalhos que indiciam um ponto de vista perspético sobre os dois temas fundamentais à obra de Rui Algarvio — a paisagem e a pintura. A visão panorâmica sobre estes temas, tão intimamente relacionados na sua obra, parte necessariamente da confluência entre a consciência e a inquietação de se ser e de se encontrar inserido num mundo onde, apesar do esbatimento das fronteiras entre o natural e o artefactual (entre campos, matas, lugares e metrópoles), os eventos se perpetuam num estado de desconexão e indiferença perante o sujeito. O acto de assomar-se, na obra de Rui Algarvio, parte assim de uma síntese subjetiva de vários elementos, reconhecíveis segundo o género da paisagem, para repensar a pintura enquanto conceito e meio na contemporaneidade.


Curadoria: Andreia César

Assomada apresenta um conjunto de trabalhos que indiciam um ponto de vista perspético sobre os dois temas fundamentais à obra de Rui Algarvio — a paisagem e a pintura. A visão panorâmica sobre estes temas, tão intimamente relacionados na sua obra, parte necessariamente da confluência entre a consciência e a inquietação de se ser e de se encontrar inserido num mundo onde, apesar do esbatimento das fronteiras entre o natural e o artefactual (entre campos, matas, lugares e metrópoles), os eventos se perpetuam num estado de desconexão e indiferença perante o sujeito. O acto de assomar-se, na obra de Rui Algarvio, parte assim de uma síntese subjetiva de vários elementos, reconhecíveis segundo o género da paisagem, para repensar a pintura enquanto conceito e meio na contemporaneidade.


Curadoria: Andreia César

Público em geral / Entrada livre

Datas
2019-07-20 00:00 - 2019-10-12 00:00
Local
quARTel da Arte Contemporânea de Abrantes – Coleção Figueiredo Ribeiro - R. de Santa Ana 10
Abrantes, Portugal
 

Todas as datas

  • De 2019-07-20 00:00 a 2019-10-12 00:00
 

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